Aqui é necessário fazer uma distinção.
A Força, em si mesma, é ilimitada. Não se esgota, não diminui, não termina. Isso é o que ela é, independentemente de nós.
O trabalho de canalizá-la até este mundo, porém, não é ilimitado. Ele é feito por pessoas. Exige preparação, tempo, condições e dedicação. Cada transmissão da Força é fornecida por um período determinado, a um número determinado de destinatários. É aqui que existe limite — não na Força, mas na nossa capacidade de fazê-la chegar a este plano.
E é exatamente por isso que cobramos.
Não pedimos contribuição pela Força — ela não é nossa, não a produzimos e não a possuímos. Pedimos contribuição para sustentar e ampliar o trabalho que a torna acessível. Cada valor recebido é o que permite manter esta estrutura de pé, aumentar o número de pessoas alcançadas, estender o tempo de cada transmissão e levá-la a quem não teria como contribuir.
Dizendo de forma direta: quanto mais este trabalho for sustentado, mais Força chega ao mundo. Não porque a Força dependa de dinheiro — mas porque o canal depende de mãos, e mãos precisam ser sustentadas